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sexta-feira, 2 de março de 2012

Personagens Parte 2

Continuando a a postagem da ficha técnica dos personagens.


Chris Berryfield



Cristhine Berryfield, ou Chris, como prefere ser chamada, é uma universitária de 21 anos residente em West Petroville. Filha de uma família rica, ela poderia ter sido vitima do clichê de garota mimada e patricinha. Ao invês disso, acabou se tornando uma garota fechada e introvertida, passando grande parte do tempo estudando na Biblioteca Municipal da cidade. Os Berryfield são pessoas extremamente respeitadas na cidade, e seus pais não deixam por menos: Um militar inveterado de alta patente e a mais renomada advogada da cidade. Por causa da influência do pai, Chris se tornou fascinada por estratégias e táticas de guerra. Seu comportamento anti-social se agravou muito por causa disso até seus 13 anos, quando sua família a levou a um evento benificente em South Petroville. Lá ela relutatemente conheceu e a familia Hearthoney, tendo a pequena Kate apenas 7 anos. Apesar do seu jeito dificil e tímido, Chris passou momentos agradáveis com a familia e se apegou a pequena Kate, tornando-se grandes amigas. Por passar mais tempo com Hearthoney, ela lentamente foi se abrindo e se tornando mais sociável com as pessoas. Isso faz com que Chris sinta-se muito ligada a Kate, como se a mesma fosse a irmã que ela nunca teve. Ela pouco imaginava qual importante sua ligação com a pequena garota seria para sua vida.
Anos depois, em 1996, com 19 anos de idade, ela decidiu seguir os passos de sua mãe. Chris passou nos exames e começou a cursar Direito na Windmoon Royalle University, a principal faculdade municipal de Petroville City. Infelizmente, no fatídico ano de 1998, quando esta já estava 4º periodo do curso, o estranho nevoeiro mudou sua vida para sempre.


Descrição Física

Altura: 1,73
Olhos: Verdes 
Nariz: Fino e levemente arrebitado.
Boca: Afilada.
Cabelo: Castanho escuro, Curto até os Ombros e Liso.
Porte Físico: Boa Forma (Boa Qualidade Física)
Raça: Caucasiana
Idade: 21 anos
Sexo: Feminino
Nacionalidade: Estadunidense


sábado, 28 de janeiro de 2012

Personagens Parte 1

Os personagens de Petroville são indivíduos bem distintos. Confesso que a inspiração de Resident Evil Outbreak foi uma das coisas que me fez criar uma gama de personagens mais diversa. Como os mesmo ainda estão desenvolvimento, dividirei em partes a apresentação de cada personagem.

Os Protagonistas: David Ironwill &  Kate Hearthoney

David e Kate são os personagens iniciais e, obviamente, os protagonistas. Ambos residente de South Petroville, são amigos de longa data. Embora achem que seu relacionamento foi devido a casualidades (tais como o fato de seus pais serem colegas de trabalho na empresa Megadron), mal sabem a verdade que reside no passado de suas famílias e os eventos que estão acontecendo lentamente em sua cidade.


David Ironwill


David é um estudante da New Valley College, ele é amigo de infância de Kate, e estudavam juntos até o dia do incidente. Ao dormir em uma aula, ele mal suspeitava que ao acordar, veria a realidade de sua cidade modificada completamente. Inicialmente, ele tenta sobreviver aos horrores de Petroville em seu colégio enquanto busca Kate, que desapareceu. Ao conseguir encontrá-la e depois de se juntar com os outros sobreviventes, parte em uma jornada para descobrir o que aconteceu com seus parentes e, mais importante, em sua cidade. O pesadelo que ele presenciará o obrigará a lutar pela sua sobrevivência e pela de Kate. Ele busca protegê-la, mas não é tão forte quanto pensa, e várias vezes ele presenciará a morte tentar levá-lo.

Descrição Física 


Altura: 1,75
Olhos: Azul Escuro
Nariz: Comum
Boca: Comum
Cabelo: Castanho
Porte Físico: Semi-Atlético (Boa Qualidade Física)
Raça: Caucasiano
Idade: 17 anos
Sexo: Masculino
Nacionalidade: Estadunidense.

Kate Hearthoney



Kate é uma bela e meiga garota residente de South Petroville. Ela estudava junto com David no New Valley College. Semanas antes do começo do pesadelo, quando a névoa sobrenatural de Petroville City ainda era tênue e considerada até normal, por alguma razão desconhecida até o momento, ela teve uma discussão com o diretor do seu colégio. No dia seguinte, o mesmo diretor tornou-se o primeiro da lista de desaparecidos de Petroville City. Ela acabou sentindo um estranho sentimento de culpa que passou a atormentá-la quase o tempo todo. Apesar disso, ela está constantemente pensando muito no bem-estar dos outros do que do seu próprio. Essa atitude altruísta aparentemente serve para disfarçar seu remorso por acreditar que, de algum modo, é culpada pelo desaparecimento do diretor da escola.
 Mal sabe ela de, que talvez, a culpa resida no passado de sua família. E que os desaparecimentos de Petroville revelarão um evento aterrorizante que se desencadeará em longa escala pela cidade. 


Descrição Física

Altura: 1,65
Olhos: Azuis
Nariz: Fino e Arrebitado
Boca: Delicada e pequena
Cabelo: Violeta
Porte Físico: Semi-Atlético (Boa Qualidade Física)
Raça: Caucasiana
Idade: 16 anos
Sexo: Feminino
Nacionalidade: Estadunidense.

Continua...

Sinopse Básica

Permitam-me levarem vocês a uma cidade, antigamente pequena e isolada, atualmente uma das mais desenvolvidas do Arizona chamada Petroville City.

Em julho de 1998, esta pequena metrópole começou a sentir os efeitos de um estranho evento climático, nada comum numa região deserta como o estado do Arizona, E.U.A. Uma estranha neblina começou, em todas as manhãs, a aparecer no centro da cidade (Petroville Center), a área mais desenvolvida da mesma. Ela começava ás 5:00 da manhã e desaparecia sutilmente no final da manhã, entre 11:00 ás 11:45. Os moradores da cidade jamais imaginavam que o insólito evento fosse algo realmente importante. A cidade foi visitada por alguns cientistas curiosos, mas nenhuma conclusão foi tirada dos estudos realizados.

Posteriormente, em agosto do mesmo ano, a neblina começou a aparecer em outras parte da cidade, estas demorando um período mais longo que antes. A neblina, inicialmente tênue, tornou-se cada vez mais e mais espessa, principalmente em Petroville Center. As pessoas só enxergavam vultos uns dos outros. A neblina, que antes terminava pela manhã, se estendia até o fim da tarde. Muitas pessoas começaram a pensar em se mudar da cidade, apesar de que a maioria dos moradores acreditavam que não era nada demais.

Em Setembro, pessoas começaram a desaparecer em Petroville City. A polícia mobilizou um sistema de patrulhamento e vigilância reforçado nas horas de duração da neblina em uma tentativa de monitorar as áreas afetadas. Crimes começaram a ocorrer na período de duração da neblina, desde assaltos até homicídios. No final daquele mês, o Prefeito da cidade, Jefferson Hills, declarou estado de emergência, devido a problemas começaram a surgir em aparelhos eletrônicos e nos sistemas de iluminação Pública. Naquele mês, a neblina dominava a cidade o dia todo, abandonando-a apenas a noite, sendo substituída por uma estranha camada de névoa noturna que pairava sobre as ruas.

Finalmente, no fatídico mês de Outubro do 1998, uma carta (e-mails não davam, pois a Internet estava interrompida) foi escrita pela Prefeitura Municipal de Petroville City para ser entregue nas mãos do Governador do Arizona, pedindo um mandado de evacuação da cidade para investigações mais acuradas (tanto a respeito da névoa sinistra, quanto os dos constantes desaparecimentos.)
Esta carta jamais foi enviada, pois naquele mês, toda a População de Petroville desapareceu misteriosamente. E a neblina cobriu a cidade permanentemente.

Assim foi o que disse o New York Times de 17 de Outubro de 1998. Apesar dos esforços do FBI, Forças Armadas e a NSA (Agência de Segurança Nacional) o Mistério jamais foi resolvido. Todas as equipes de resgate que adentraram a cidade jamais retornaram. Qualquer tentativa de investigação exterior foi infrutífera. Em Novembro, a região onde ela se encontrava foi interditada pelo Exército Americano, isolando a área e impedindo o acesso de qualquer pessoa na região. Um cerca elétrica de 300km² foi construída cercando a cidade. E assim permanece até hoje. O mundo logo esqueceu Petroville City.

Dentro da cidade, todavia, uma longa batalha pela sobrevivência estava em andamento.

Continua...

Introdução

Seja bem vindos ao Blog Oficial do Projeto Petroville. Desde de 2008, planejava fazer a edição real de um blog, mais por vários motivos, acabei não indo nada longe.

Mas, desta vez, o negócio é pra valer.

Antes de mais nada, permitam-me explicar algumas coisas:


É importante dizer que Petroville é um projeto bem complicado. Para dizer a verdade, existem 3 coisas diferentes em que trabalho com o mesmo título. E nesse post, desejo revelar cada um deles.

1 - Petroville: Enigma da Cidade Amaldiçoada (Projeto Storyteller RPG)

Abandonado há mais ou menos 2 anos, o Projeto consistia em um cenário para Lobisomem, o Apocalipse.  A ideia foi postado na comunidade do Orkut de Lobisomem no dia 28/03/09. Naquela época, eu era um desinformado sobre muitas coisas a respeito do RPG. Com o tempo, aprendi muitas coisas, e pude deixar o projeto melhorado. O projeto contou com a ajuda de pessoas maravilhosas que desejo citar: Vento Que Dilacera, que me apoiou desde o inicio, debatendo a temática do cenário, a criação de NPCs e outros pontos importantes; Marcelo Extus, que não se limitou apenas em debater e apoiar o cenário, mais ajudou-me a transforma um monte de textos de Word em um projeto sólido. Emfim, ouve outras pessoas que apareceram e se interessaram com o tempo. Recentemente, um rapaz, o Lennon, que postou meu cenário em seu blog. Nunca vou me esquecer do ânimo que aquilo foi para mim, e posso dizer que o projeto abandonado que eu tinha em mente estava renascendo.
Atualmente, este projeto se encontra paralisado por período indefinido devido aos outros dois projetos mais prioritários.

E são esse dois que falarei a seguir.


2 - Petroville: O Enigma da Cidade Amaldiçoada (Game RPG para PC)

Tudo começou com um momento de inspiração único digitado no site Lua Maker (um site especializado em criações de jogos para RPG Maker, um programa que permite a criação de jogos 2D) em 2 de agosto de 2010. Era por volta da meia-noite e, ao ver o site, fui tomado pela inspiração de escrever o roteiro a respeito da cidade amaldiçoada de Petroville. Uma nova ideia, totalmente diferente do cenário de Storyteller, havia surgido na minha mente, alimentada pela ânsia de reconhecimento que existia em mim. Não posso negar a inspiração do game Silent Hill na minha mente. Mas a história que decidi desenvolver era bem mais estranha e envolta em segredos talvez até mais misticos que o game em que me inspirei. Logo, me encontrei abrindo o programa de RPG Maker XP e trabalhando no intricado mistério que desejava gerar em meu roteiro.
Não vou mentir pra você: estava clichê. Era um "game de zumbis", praticamente. Algo nada incomum com a modinha zumbi de The Walking Dead nos seriados americanos, ou Highschool of the Dead, nos animes japoneses... Engraçado, todavia, que no momento da inspiração, jamais ouvira falar daquelas obras... Hoje, poderei ser chamado de plagiador delas. Que tolice. Acreditem ou não, o que mais me inspirou naquele momento foi um anime chamado Higurashi no Naku Koro Nicujo o enredo nada tinha ver com zumbis ou coisas do tipo, mas sim sobre paranoia, desconfiança, amizades quebradas e fé em milagres.
O que isso tem haver com o projeto?
A história de Petroville gira na relação entre os personagens em si, e como eles reagem quando suas falhas e problemas pessoais são colocadas à tona pelos eventos sobrenaturais que acontecem na sua cidade. Esses eventos marcaram sua vida não apenas pelo horror presenciado, mas principalmente no jeito em como eles encararam a realidade sobre a sociedade humana até então. E isso, logicamente, não será passado de maneira explicita, mas de modo subliminar.

A verdade, todavia, que meu sonho maior para Petroville não era para um game. Tinha um plano mais estranho na cabeça. Algo que idealizei com um amigo de infância meu.

3 - Petroville: O Mistério da Cidade Amaldiçoada (Mangá)

Nunca vou me esquecer quando assisti o anime Bakuman e pensei: "todo mundo diz que sei bolar boas histórias e desenhar decentemente, por que não transformo em mangá?" Na verdade, não foi bem assim. Era Novembro de 2010, quando meu amigo, Heitor Almeida, que havia se mudado a tempos do bairro onde morávamos me ligou dizendo sobre concursos de HQs na internet. Nos reunimos, e tanto eu quanto ele admitimos que a inspiração que cai sobre nós naquele momento se devia ao anime de mangakas (já citado anteriormente). Heitor é um ótimo desenhista. Na verdade, não posso nem me comparar a ele, tamanha a superioridade (embora ele não goste disso e ainda diz que desenho melhor... é humilde a lot, véio!). E ele sempre quis fazer um mangá mas nunca teve cabeça para um roteiro. Naquele momento, não tive dúvidas do plano: Eu fazia o roteiro e ele desenhava. E foi assim que começamos.

O roteiro do mangá é praticamente o mesmo do game. Logo postarei o enredo e a sinopse básica, além de imagens dos personagens.

Apesar de várias paradas esporádicas (especialmente quando não conseguimos ganhar o concurso... balde de água fria enorme), voltamos a trabalhar neste mangá. E quando se fala do Projeto Petroville, a verdade é que é neste último (o mangá) em que eu tenho me dedicado mais. E planejo fazê-lo até o fim.

Então galera, aguardem novas postagem dessas 3 linhas do projeto Petroville. Aguardo críticas e sugestões para torná-lo um projeto melhor em todos os sentidos.

Agradeço se você teve paciência para ler tudo isso. Mais uma vez, obrigado.

Sem mais.

Wesley Anderson